| António Ferreira A Memória do Cheiro das Coisas (2025)
Regresso das noites de cinema ao ar livre, mas pela ameaça da trovoada foi tranferida para o interior de um pavilhão, para grande prejuízo da exibição, com péssima acústica e calor debelado com ventoinhas a fazer mais ruído, não deu para perceber metade dos diálogos. Ainda assim, pela companhia da minha filha mais nova e pela força da história, valeu a pena.
Arménio: Na guerra... o que me salvou foi o cheiro de casa da minha mãe, o cheiro da lareira, o cheiro das laranjas na mão, a memória do cheiro das coisas.
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2026-08-19
A Memória do Cheiro das Coisas
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