| real re.al - [ˈʀjaɫ] adjectivo de 2 géneros
1. que existe de verdade; que não é imaginário; verdadeiro; efectivo
nome masculino2. que é relativo às coisas (bens) e não às pessoas 3. que considera as próprias coisas e não os termos que as exprimem 4. ECONOMIA (valor) que foi corrigido do efeito da inflação, deflacionado
tudo o que existe efectivamente
função do real PSICOLOGIA operação psíquica, perturbada em certos casos de psicastenia e de esquizofrenia, pela qual se constitui o sentimento da realidade dos objectos do mundo exterior e a adaptação dos actos e do pensamento a essa realidade e ao momento presente número real MATEMÁTICA número racional ou irracional, número complexo real (por oposição a imaginário) i.de.al - [iˈdjaɫ] adjectivo de 2 géneros
1. que constitui uma ideia ou a determinação de uma ideia
nome masculino2. espiritual 3. que não existe na realidade; imaginário; quimérico; fantástico 4. perfeito 5. exemplar; modelar 6. melhor
1. princípio ou valor que se defende e em que se acredita
2. aspiração mais elevada 3. modelo 4. perfeição; sublimidade gás ideal FÍSICA gás cujo comportamento estaria de acordo com as leis de Boyle-Mariotte (R. Boyle, físico e químico irlandês, 1627-1691, E. Mariotte, físico francês, 1620-1684) e de Gay-Lussac (J. L. Gay-Lussac, físico e químico francês, 1778-1850), o que exigiria moléculas pontuais perfeitamente elásticas e ausência de atracção mútua entre elas
real in Dicionário da Língua Portuguesa sem Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-09-19 08:45:00]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa-aao/real
ideal in Dicionário da Língua Portuguesa sem Acordo Ortográfico [em linha]. Porto: Porto Editora, 2003-2015. [consult. 2015-09-19 08:45:00]. Disponível na Internet: http://www.infopedia.pt/dicionarios/lingua-portuguesa-aao/ideal |
Mostrar mensagens com a etiqueta idealismo. Mostrar todas as mensagens
Mostrar mensagens com a etiqueta idealismo. Mostrar todas as mensagens
2015-09-19
Real vs. Ideal
2015-07-30
D. Quixote de la Mancha (vol.I, p.269)
| Miguel de Cervantes Saavedra D. Quixote de la Mancha (1605) (trad. Aquilino Ribeiro)
"- (...) Ficarás sabendo, Sancho, se o não sabes, que duas coisas instigam a amar mais que quaisquer outras: a grande formosura e a boa fama. Estas qualidades se acham em sublimado grau em Dulcineia. Em beleza, com efeito, está para nascer a que lhe preleve; e, quanto à boa fama, ninguém lhe mordeu na honra. Para concluir, imagino que tudo o que digo é assim, sem que sobeje nem falte coisíssima nenhuma, e pinto-a na minha imaginação, ao sabor do meu bem-querer, tanto no que diz respeito aos dotes físicos como ao lustre do seu nascimento, por forma que não lhe chega Helena, nem a iguala Lucrécia, nem beldade nenhuma das idades pretéritas, grega, latina ou bárbara. E diga cada um o que lhe apetecer. Se por este meu modo de pensar for repreendido pelos ignorantes, não serei ao menos castigado pelos sábios."
|
2014-11-11
O Jogo das Contas de Vidro (p.21)
| Hermann Hesse Das Glasperlenspiel (1943) (trad. Carlos Leite)
"(...) A vitória pesa mais do que as incontáveis vítimas? A ordem actual da nossa vida espiritual é bastante perfeita e durará o suficiente para que todos os sofrimentos, convulsões e monstruosidades, desde os processos e as fogueiras por heresia até ao destino de muitos «génios» que acabaram na loucura ou no suicídio, nos apareçam como um sacrifício cheio de sentido? Tal não nos é permitido perguntar. (...)"
|
2014-09-28
A Montanha Mágica (p.732)
| Thomas Mann Der Zauberberg (1924) (trad. Herbert Caro)
"(...) Quem não é capaz de arriscar a vida, o braço, o sangue, na defesa de uma ideia não é digno dela, e trata-se de ser homem, por mais espiritualista que se seja."
|
2014-05-25
A Misteriosa Chama da Rainha Loana (p.232)
| Umberto Eco La Misteriosa Flamma Della Regina Loana (2004) (trad. Simonetta Neto)
"(...) Devia certamente ter formado, através das muitas imagens que me tinham enlevado, uma figura ideal: se pudesse ter à minha frente todos os rostos das mulheres que amara, poderia tirar deles um perfil arquetípico, uma Ideia nunca alcançada mas perseguida ao longo de toda a vida. (...)"
|
2014-04-05
Por Quem os Sinos Dobram (p.164)
Ernest Hemingway
For Whom the Bell Tolls
(1940)
(trad. Monteiro Lobato)
For Whom the Bell Tolls
(1940)
(trad. Monteiro Lobato)
"(...) Caminha-se a vida inteira com uma ideia, certo de que ela significa alguma coisa e por fim verifica-se que ela não significa nada. Acredita-se numa coisa que nunca se conhecerá bem. (...)"
Subscrever:
Mensagens (Atom)





