| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"(...) Devemos, portanto, dar pouca importância a todas as coisas e ser apaixonados por nenhuma. É mais consentâneo com a humanidade rir das coisas da vida do que chorar por elas. Acrescente-se que é melhor para a humanidade rir do que lamentar. (...)" |

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