| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"A próxima coisa a assegurar é que não desperdicemos a nossa energia sem sentido ou em atividades inúteis: isto é, não ansiarmos nem pelo que não podemos alcançar, nem pelo que, uma vez conquistado, só nos faz perceber demasiado tarde, e depois de tanto esforço, a futilidade dos nossos desejos. Por outras palavras, que o nosso trabalho não seja em vão e sem resultado, nem o resultado indigno do nosso trabalho; pois normalmente segue-se amargura, se não formos bem sucedidos ou se tivermos vergonha de o ser. (...)" |
2025-09-06
Sobre a Brevidade da Vida (p. 98)
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