| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"(...) A alma não pode dizer nada de grande e acima da gama comum se não for fortemente movida. Mas quando desdenha pensamentos vulgares e estradas batidas, ousa, no delírio sagrado, erguer-se no espaço; então é sotaque divino que faz ouvir a boca de um mortal. A alma não pode alcançar nada sublime, nada de difícil acesso, a menos que seja transportada para fora de sim mesma; deve afastar-se do terreno batido e, mordendo os seus travões, arrastar quem guia a transportá-lo para lugares que ele mesmo teria receado escalar." |
2025-09-09
Sobre a Brevidade da Vida (p. 108)
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