| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"(...) A verdadeira medida da riqueza é libertarmo-nos da miséria sem nos afastarmos demasiado da pobreza. Além disso, estaremos satisfeitos com este limite se praticarmos a moderação, sem a qual nenhuma quantidade de riqueza é suficiente, já que a modéstia também pode levar ao desperdício; especialmente porque a economia é um recurso que está ao nosso alcance: pode até, com a ajuda da frugalidade, converter a pobreza em riqueza. Habituemo-nos a abolir a ostentação, procuremos usar e não exibir. (...)" |
2025-09-04
Sobre a Brevidade da Vida (p. 90)
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