| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"(...) O talento não vem ao de cima quando forçado, e em vão trabalha contra o desejo da natureza. Só deves começar tarefas que podes terminar, ou pelo menos que esperes que terminem, e evitar aquelas que se tornam maiores à medida que avanças e que nunca cessam onde tinhas previsto." |

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