| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha)
"(...) Vivemos como que destinados a viver para sempre; nunca nos ocorre a nossa própria fragilidade; não nos damos conta do tempo que passa, mas gastamo-lo como se tivéssemos provisões inifinitas — no entanto, o dia em que decides dedicar-te a alguém ou a alguma coisa pode ser o teu último. Agimos como mortais perante tudo o que tememos e como imortais perante tudo o que cobiçamos. (...)"
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2025-08-24
Sobre a Brevidade da Vida (p. 11)
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