| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha) De Tranquillitate Animi (60)
[Sobre a Tranquilidade da Alma]
"(...) Mas aquilo por que anseias é algo grandioso, algo sublime, quase divino — ser-se inabalável. A esta estabilidade permanente da mente a que os Gregos chamam euthymía, «bem-estar da alma», sobre a qual existe um excelente tratado de Demócrito, eu chamo tranquilidade. (...) Procuramos, portanto, descobrir como a alma, ao caminhar sempre com um passo uniforme e seguro, pode estar em paz consigo mesma, contemplar com alegria num contentamento que em nada interrompe os bens que lhe são próprios, manter-se sempre num estado de paz, sem nunca subir nem sucumbir. Isto, na minha opinião, é tranquilidade. (...)" |
2025-08-31
Sobre a Brevidade da Vida (p. 76)
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