| Séneca De brevitate vitae (49) (trad. Romão Cunha)
"(...) Não é que tenhamos pouco tempo para viver, a verdade é que dele desperdiçamos muito. A vida é longa que baste, e foi-nos dada uma quantidade generosa para que possamos realizar todas as nossas conquistas, caso todo este tempo seja devidamente investido. Mas quando desperdiçamos o tempo em ostentações imprudentes e em atividades descuidadas, somos forçados, por fim, a perceber, perante o horizonte da nossa morte, que ele nos fugiu sem que nos déssemos conta de que se estava a esgotar. Assim é: não nos é dada uma vida curta, nós fazemo-la curta. (...)"
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2025-08-23
Sobre a Brevidade da Vida (p. 7-8)
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